Você sente que já não sabe mais como ajudar seu filho adolescente?

Mudanças de comportamento, conflitos em casa, dificuldades na escola, ansiedade, isolamento ou crises emocionais podem deixar qualquer família sem saber qual é o próximo passo.

Marcelly França Brandão de Carvalho
Marcelly França Brandão de Carvalho

Você sente que já não sabe mais como ajudar seu filho adolescente?

Mudanças de comportamento, conflitos em casa, dificuldades na escola, ansiedade, isolamento ou crises emocionais podem deixar qualquer família sem saber qual é o próximo passo.

| Meus Atendimentos › Psicoterapia para adolescentes

Psicoterapia para adolescentes

A adolescência é um período marcado por mudanças emocionais, sociais e familiares. Questões relacionadas à autoestima, ansiedade, relacionamentos, identidade, vida escolar e escolhas para o futuro podem gerar sofrimento e insegurança.

A psicoterapia oferece um espaço para que o adolescente compreenda o que está vivendo e possa construir outras possibilidades para si. Ao mesmo tempo, os responsáveis encontram suporte para atravessar esse momento sem precisarem lidar com tudo sozinhos.

Como a psicoterapia pode ajudar?

  • Ansiedade e excesso de preocupações
  • Baixa autoestima e insegurança
  • Dificuldades de relacionamento
  • Conflitos familiares
  • Questões relacionadas à escola e desempenho acadêmico
  • Desenvolvimento da autonomia e identidade
  • Tristeza persistente e sofrimento emocional
  • Orientação diante das mudanças da adolescência
Psicoterapia para adolescentes

Talvez sua família esteja vivendo algo parecido

Qualquer tentativa de diálogo termina em discussão.

Ela parece sempre ansiosa, mas diz que está tudo bem.

A escola começou a ligar com frequência.

Ele não quer mais estudar, sair ou participar das atividades que antes gostava.

Vocês já tentaram conversar, cobrar, negociar, estabelecer limites e dar espaço. Mesmo assim, parece que nada muda.

Ele passa horas no quarto e quase não conversa mais.

Se você chegou até aqui, talvez não esteja procurando alguém para dizer quem está errado. Talvez esteja procurando um lugar onde essa situação possa finalmente ser compreendida.

 

Quando um filho sofre, a família também sofre

Quando um adolescente não está bem, os responsáveis também podem se sentir cansados, culpados, irritados, impotentes ou inseguros.

Muitas mães chegam ao consultório com medo de terem falhado. Algumas sentem que já tentaram tudo. Outras não sabem mais quando acolher, quando intervir ou quando apenas permanecer por perto.

Procurar ajuda não significa desistir de educar. Significa reconhecer que existem situações que já não conseguem ser enfrentadas sozinhos.  O acompanhamento psicológico também oferece suporte aos responsáveis, sem culpabilização e sem respostas prontas.

 

Nem tudo o que um adolescente tem a dizer é fácil de ouvir

Existe um momento delicado no processo terapêutico: quando o adolescente começa a colocar em palavras aquilo que vinha vivendo.

Algumas falas podem surpreender. Outras despertam culpa, medo, tristeza, raiva ou a sensação de que tudo o que foi feito não foi suficiente. Ouvir que um filho se sentiu sozinho, incompreendido, pressionado ou magoado também pode doer. 

A psicoterapia não procura decidir quem está certo. Também não transforma a família em culpada. Meu trabalho é sustentar um espaço em que o sofrimento do adolescente possa aparecer sem que a dor dos responsáveis seja ignorada.

Cuidar de um adolescente também significa aceitar que, em algum momento, ele poderá dizer coisas que você gostaria que nunca tivesse sentido.

 

O espaço do adolescente

Muitos adolescentes passam grande parte do tempo tentando corresponder às expectativas da família, da escola, dos amigos e das redes sociais.

Na psicoterapia, encontram um espaço para compreender o que sentem, reconhecer as escolhas que vêm fazendo e perceber que novas possibilidades podem ser construídas. Compreender não significa encontrar desculpas para tudo. Significa reconhecer sua participação nas situações e assumir responsabilidade pelas próprias escolhas.

 

A psicoterapia não procura culpados. Procura possibilidades.

  • Compreender não significa justificar.
  • Responsabilizar-se não significa culpabilizar.
  • Escutar não significa concordar com tudo.
  • Estabelecer limites não significa deixar de acolher.

Quando a família deixa de repetir as mesmas discussões e o adolescente começa a perceber sua participação nas situações, novas formas de relação podem surgir.

 

Questões trabalhadas

  • Emoções e comportamento:
    Ansiedade, tristeza, irritabilidade, isolamento, medo de errar, impulsividade, comportamentos de risco.
  • Relações familiares:
    Discussões, afastamento, dificuldade com limites, quebra de acordos, perda de confiança.
  • Escola:
    Ansiedade em provas, queda de rendimento, faltas, bullying, conflitos, pertencimento, escolha profissional.
  • Vida social:
    ​Amizades, namoro, redes sociais, cyberbullying, uso excessivo de telas.

 

Escola e contexto

Há dezesseis anos trabalho diariamente com adolescentes no ambiente escolar.

Essa experiência permite compreender dificuldades que ultrapassam o consultório: relações com professores, colegas, desempenho, pertencimento e expectativas sobre o futuro. Meu trabalho não é escolher entre a versão da família ou da escola, mas compreender como esses contextos participam da experiência do adolescente.

 

Família, sigilo e contato

  • O acompanhamento não acontece isolado da família.
  • Os responsáveis participam de momentos importantes do processo.
  • Ao mesmo tempo, o adolescente precisa de um espaço protegido para construir confiança.
  • O conteúdo das sessões não é transformado em relatório para os pais.
  • O primeiro contato deve ser realizado pelo responsável.

Caso o adolescente procure espontaneamente atendimento, a conversa sobre o início do processo somente ocorrerá após autorização do responsável.

 

Como funciona

Como funciona o acompanhamento

1. Primeiro contato

  • O primeiro contato é realizado pela mãe, pelo pai ou por outro responsável legal.
  • Nesse momento, você poderá me contar o que vem acontecendo, quais são suas principais preocupações e esclarecer dúvidas sobre o funcionamento do acompanhamento.
  • Caso o próprio adolescente entre em contato comigo, explicarei que, para iniciarmos qualquer conversa sobre atendimento, será necessário o conhecimento e a autorização de seu responsável.

2. Compreensão da situação

  • Cada família chega por um motivo diferente.
  • Alguns procuram ajuda por mudanças de comportamento. Outros por dificuldades na escola, ansiedade, conflitos familiares ou isolamento.
  • Nossa primeira conversa não busca encontrar culpados nem construir um diagnóstico imediato. Ela serve para compreender o que está acontecendo e avaliar qual pode ser o melhor caminho para aquele adolescente e sua família.

3. Organização do início do acompanhamento

  • Depois dessa conversa inicial, definimos como será o início do processo.
  • Dependendo da situação, pode ser mais adequado começar com uma conversa apenas com os responsáveis, diretamente com o adolescente ou organizar um primeiro encontro que considere as necessidades da família naquele momento.
  • Não existe um roteiro único. Cada caso é pensado individualmente.

4. Participação da família e acordos de sigilo

  • Os responsáveis fazem parte do acompanhamento.
  • Ao mesmo tempo, o adolescente precisa ter um espaço em que possa falar livremente, sem a expectativa de que tudo será relatado aos pais.
  • Por isso, combinamos desde o início como acontecerá a participação da família, quais informações serão compartilhadas e em quais situações o cuidado exige uma conversa conjunta.
  • Esses acordos ajudam a construir confiança para todos os envolvidos.

5. Construção do processo terapêutico

  • A psicoterapia é construída ao longo dos encontros.
  • O trabalho considera a história do adolescente, suas relações familiares, a escola, os amigos, os desafios que enfrenta e a maneira como tem participado das situações que vive.
  • Mais do que oferecer respostas prontas, o objetivo é favorecer um espaço de compreensão, responsabilização e construção de novas possibilidades para o adolescente e sua família.

Conheça Marcelly Brandão

Sou Marcelly Brandão, psicóloga clínica, e acompanho adolescentes e adultos em processos de psicoterapia voltados para a compreensão de si, das relações e das possibilidades que se abrem diante de cada momento da vida.

Minha atuação é orientada pela Psicologia Existencialista, compreendendo cada pessoa em sua singularidade e contexto de vida.

Experiência profissional
Mais de 16 anos de experiência no desenvolvimento humano.

Formação
Graduada em psicologia pela UFRJ; formada em filosofia pela UERJ e especialista em educação pela UFF.

Atendimento
Presencial na Barra da Tijuca e Online para qualquer localização que esteja.

Conheça Marcelly Brandão

Sou Marcelly Brandão, psicóloga clínica, e acompanho adolescentes e adultos em processos de psicoterapia voltados para a compreensão de si, das relações e das possibilidades que se abrem diante de cada momento da vida.

Minha atuação é orientada pela Psicologia Existencialista, compreendendo cada pessoa em sua singularidade e contexto de vida.

Experiência profissional
Mais de 16 anos de experiência no desenvolvimento humano.

Formação
Graduada em psicologia pela UFRJ; formada em filosofia pela UERJ e especialista em educação pela UFF.

Atendimento
Presencial na Barra da Tijuca e Online para qualquer localização que esteja.

Seu filho está enfrentando dificuldades emocionais?

Entre em contato e saiba como a psicoterapia pode contribuir para um desenvolvimento emocional mais saudável e seguro.

Marcelly França Brandão de Carvalho
Marcelly França Brandão de Carvalho
Psicóloga Clínica
CRP 05/71923
Contato
+55 (21) 99578-2299

O2 Corporate & Offices
Av. José Silva de Azevedo Neto, 200
Bloco 6 - Sala 318 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro - RJ
Endereço no Waze   Endereço no Google Maps
Horário de Atendimento
Segunda a sexta-feira das 7h às 21h;
Sábado das 8h às 17h.
Marcelly Brandão - Psicóloga na Barra da Tijuca e Online - O2 Corporate & Offices
Atenção: Se você estiver em crise, com ideação ou planejamento suicida, ligue para o Centro de Valorização da Vida - CVV (188). Em caso de emergência, procure o hospital mais próximo. Havendo risco de morte, ligue imediatamente para o SAMU (192), ou para o Corpo de Bombeiros (193).

©Marcelly França Brandão de Carvalho - .
Desenvolvido por Three.r Comunicação

Agendar minha primeira sessão
botão whatsapp